Pan Romanze by Edward Simoni
As Quatro Leis da Espiritualidade na Índia
As Quatro Leis da Espiritualidade na ÍndiaMúsica: Jornada da Alma - Marcus VianaEdição de vídeo: Sol Maktub
Posted by Belas Imagens on Domingo, 1 de fevereiro de 2015
Para ouvir e colorir: Chico Buarque canta Valsinha
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Para ouvir e colorir: Chico Buarque canta João e Maria
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As mulheres de sessenta atualmente foram cantadas por Santiago Gamboa em "As mulheres da minha geração"
Tradução livre de Luiz Augusto Michelazzo
Texto em português revisto por Sonia Regina
As mulheres da minha geração são as melhores. E ponto. Hoje têm quarenta e picos, inclusive cinquenta e picos, e são belas, muito belas, porém também serenas, compreensivas, sensatas e, sobretudo, diabolicamente sedutoras, isto apesar dos seus incipientes pés-de-galinha ou dessa afetuosa celulite que capitaneia suas coxas, mas que as faz tão humanas, tão reais. Formosamente reais.
Texto em português revisto e adaptado (cortados os acréscimos) por Sonia Regina para estar de acordo com o original “Las mujeres de mi generación”
Fonte: artigo “Mujeres”, diez años después, escrito por Santiago Gamboa e publicado em 29.2.2012 no site prodavinci.com
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Da antiutopia do capital à utopia do social: para seguir reconstruindo um país - Sonia Regina
Sei que eles têm um álibi, com certeza, inventado por seus similares: o silêncio é de ouro. A eles eu responderia: essa espécie de ouro não é pura. Esse silêncio é falso.
Isso é válido para todos os mortais, mas cem vezes mais ainda para os poetas, que devem expressar uma verdade concreta. Quando se começa por silenciar a sua própria verdade, acaba-se por silenciar sobre as verdades, sofrimentos e infelicidades dos outros.
Creio que:
Carlos Lessa - professor da UFRJ;
Eduardo Fagnani - Professor do Instituto de Economia da Unicamp;
Ermínia Maricato - professora titular da USP;
Samuel Pinheiro Guimarães - embaixador;
Marcio Pochmann - professor da unicamp;
Paulo Vivacqua - presidente da Academia Nacional de Engenharia;
Luiz Pinguelli Rosa - professor da COPPE/UFRJ;
Guilherme Estrella - geólogo aposentado da Petrobrás;
Marcos Dantas - Professor titular da Escola de Comunicação da UFRJ;
Maria Inês Dolci - Coordenadora Institucional Proteste - Associação de Consumidores;
Ladislau Dowbor - economista e professor da PUC/SP;
Maria Inês Souza Bravo - Professora da FSS-UERJ e integrante da Frente Nacional contra a privatização da Saúde;
Gaudencio Frigotto - educador e professor da PPFH/UERJ;
Pablo Gentili - Professor da UERJ e Coordenador do LPP;
João Pedro Stédile - João Pedro Stedile é um economista e ativista social brasileiro. É graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México. É membro da coordenação nacional do MST e da Via Campesina Internacional;
Henri Acselrad - Professor do IPPUR/UFRJ e Pesquisador do CNPQ;
Vagner Freitas - presidente da CUT.
Bem, sugiro que vejam o filme, façam suas reflexões políticas, tirem suas conclusões. Está abaixo. Incorporei-o aqui a partir do endereço original http://www.youtube.com/watch?v=A8As8mFaRGU , do Caliban Cinema e Conteúdo - Canal Oficial de divulgação da filmografia de Silvio Tendler.
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chamamento II
convoco-te à minha toca.
é uma reserva nutritiva
onde reinvento a poesia
e o amor.
aqui pratico deambulações
e metamorfoses,
produzo sentidos
as águas ainda me traduzem
aguardo a louvação dos anjos
como quem pressente mundo novo
e montanha inédita
sonia regina
130514
O Poema (inédito) - Sonia Regina
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laboratório da palavra
O link leva para uma postagem de 10 anos atrás
[ http://br.groups.yahoo.com/group/laboratoriodapalavra/message/260 ] ,
do laboratório da palavra: um site a visitar e revisitar.
Nam Myoho Renge Kyo - o mantra do sutra de lotus
O Ser interno (estado de Buda) contém o universo em potência [microcosmo]. Contactando-o ao menos por um instante ficaremos unos com a unidade das coisas e estabeleceremos conexão com o cosmos universal [macrocosmo].
Em outras palavras, contactar a essência do Ser - revelando a natureza de Buda que existe em cada um de nós, no nosso interior - e conectá-la à lei cósmica.
É isso que propicia a realização dos desejos, a harmonia, a energia e o bem-estar depois da meditação ou da recitação do mantra.
Os 3 videos abaixo perfazem um total de 13 minutos, em ritmo crescente de velocidade e de dificuldade, portanto. Dão uma ideia boa da pronúncia e do ritmo do mantra Nam Myoho Renge Kyo.
No budismo dos seguidores de Nitiren Daishonin (Japão - 16 de fevereiro, 1222 - 13 de outubro, 1282) é recitado pela manhã e à noite, após serem feitos 2 pedidos.
Esse mantra integra o sutra de lótus, um dos últimos ensinamentos deixados pelo fundador do budismo, o Buda Siddhartha Gautama (Índia - 563 AC - 483 AC)
O texto Mantra - O Som da Divindade, do qual colo fragmentos no final, pode ser lido na íntegra aqui.
" Mantra - O Som da Divindade
[ leia na íntegra aqui ]
águas curvas - sonia regina
percorro o meu céu e lavo a escuridão do vale
das sílabas. sombras desgarradas mergulham
fundo no poço de letras, na ponta de uma corda
que construo com as flores, em dança noturna
à deriva, na geografia do coração, meu desejo
transcende, condensa e chove. Escorre da beira
das águas curvas, em direção à habitação dócil
que o novo corpo ergueu
eu te desenho com o traço grosso do nível erótico
e numa estratégia da água da alma te deixo entrar.
liberta da muralha dos sentimentos, minha pele
abre-se em aves e voa, no oco do ar.
Dança o poema, no eclipse do meu estar,
até que as mãos toquem o chão. E sejam.
E agarrem a vida em forma de areia.
o vento rosa desliza e, nas meadas de gestos
e palavras, desembaraça fios de instabilidade
e fragilidade. O vulnerável faz rimas para ver
seu reflexo e, no cotidiano, faz eco.
De novo te deixo entrar, ó ser das sombras,
o que desobriga luz e trevas, movimenta-se
entre os elementos, pulsa, arde.
És ar, fogo, terra... e brotas d’água.
Percebo a que distância um nome deixa de doer:
é quando passo através do teu céu e teus pássaros
se perdem em meus olhos, num beijo sem oceano
é impossível não atender o chamado e percorrer,
mesmo em silêncio, esse teu caminhar que ondula
cansaços sem abrigo e me acompanha, nas marés
senhora das águas curvas, sou líquida, fluo, quero
“abrir ao máximo as minhas mãos finas para colher”
[contigo]
“ o paraíso”[1]
"A terra ao longe multiplica-se em sorrisos imóveis, o céu envolve a vida: um novo astro do amor desponta em todos os horizontes, e eis que os últimos sinais da noite se desvanecem." Paul Eluard
[1] emily dickinson
o eterno retorno - sonia regina
nas mãos do artista, sombras
como o mar [vaga que ao vento ondula]
310812
sonia regina - das árvores e do mar
ouço embebida de ti os rumores do inverno.
como tu as árvores sabem ser, em mim,
um temor reverencial
força poética a me inventar
livre, insubordinada, selvagem
ficção íntima caída no papel.
na folha do caderno, num simulacro,
as palavras crescem.
em metamorfose,
instante após instante, celebram
em cada verso
mais que um símbolo
e perenes fazem-se sol,
a brincar de anoitecer.
fingem-se silêncio de pássaros
e deixam, às mãos
[que já não dormem],
no passeio pelo ritmo do dia
a canção de diversos eus.
sonia regina, das árvores e do mar
rio, 11.8.12
imagem: rolling waves through trees, by Art Surgery
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Santo Antonio
Não sou devota, mas adoro ouvir Bethânia interpretar 'Santo Antonio', música de J.Velloso (colo a letra abaixo do video).
No show e no CD 'Brasileirinho' Denise Stoklos declama este trecho de ´O poeta come amendoim´, de Mário de Andrade:
(...)
Brasil amado não porque seja a minha pátria,
Pátria é acaso de migrações e do pão-nosso onde Deus der...
Brasil que eu amo porque é o ritmo do meu braço aventuroso,
O gosto dos meus descansos,
O balanço das minhas cantigas amores e danças.
Brasil que eu sou porque é a minha expressão muito engraçada,
Porque é o meu sentimento pachorrento,
Porque é o meu jeito de ganhar dinheiro, de comer e de dormir.
Santo Antonio
música de J.Velloso cantada por M.Bethânia
Sem a fé em Antônio
A luz desceu do céu
Clareando o encanto
Da espada espelhada em Deus
Viva viva meu santo
Saúde que foge
Volta por outro caminho
Amor que se perde
Nasce outro no ninho
Maldade que vem e vai
Vira flor na alegria
Trezena de junho
É tempo sagrado
Na minha Bahia
Antônio querido
Preciso do seu carinho
Se ando perdido
Mostre-me novo caminho
Nas tuas pegadas claras
Trilho o meu destino
Estou nos teus braços
Como se fosse
Deus menino
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