Matéria publicada em Carta maior, 30.10.10
" Bispo divulga carta de apoio a Dilma
Nosso país está em pleno desenvolvimento
e assim queremos continuar e, depois de 500 anos, nosso povo quer
eleger, pela primeira vez, uma mulher que tem compromisso com a vida e
provou isso com sua própria vida. Como? Ela não fugiu para o exterior
durante a ditadura, mas a enfrentou com garra e, por isso, foi presa e
torturada. Ela queria um país livre, e que todas as pessoas pudessem
viver sem medo de serem felizes, vencendo a mentira e o ódio com a
verdade e o amor, servindo aos ideais de liberdade e justiça, com sua
própria vida. Disse Jesus: “Ninguém tem maior amor do aquele que dá a
própria vida pelos irmãos”. A carta é do bispo de Caçador, Dom Luiz
Carlos Eccel.
Dom Luiz Carlos Eccel
O bispo Dom Luiz Carlos Eccel, de Caçador, Santa Catarina, divulgou ontem (29), uma carta de apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Segue a íntegra da carta que elogia a recente fala do Papa Bento XVI aos bispos brasileiros e diz que ela aponta para a defesa da vida:
Já havia lido o discurso do Papa Bento XVI, aos Bispos do Maranhão, em visita ad limina apostolorum.
Muito interessante o discurso do Papa. Ele não pode deixar de cumprir sua missão de Pastor Universal, exortando o Povo de Deus, especialmente no que diz respeito à defesa da VIDA.
O Santo Padre foi muito oportuno e feliz nas suas colocações, porque o Estado Brasileiro é laico, mas seu povo é religioso, e isto precisa ser respeitado.
Quando digo que o povo é religioso é porque está disposto a fazer a Vontade de Deus e não somente dizer: Senhor, Senhor…, como às vezes se pretende, de maneira especial dentro da própria Igreja. Existem facções sociais, políticas e religiosas especializadas em fazer lavagem cerebral, deixando as pessoas sem convicções, mas com obsessões, e com a consciência invencivelmente errônea. Ficam semelhantes aos grãos de pipoca que levados ao fogo não estouram, e com mais fogo, mais duros ficam. Tornam-se donas da “verdade”.
(...) "
Matéria publicada em Carta maior, 30.10.10
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